10 de abr. de 2013



Somos, eternos, loucos e poetas!
Mas afinal, o qué que eu sei?

Um comentário:

Anônimo disse...

Quase como a gravidade, eu os atraio.
Sentem-se compelidos por algum motivo em se aproximarem.
Sou como um frasco discreto de um sabor desejado... Secreto.
Não são as palavras, nem os olhares... Mas ouvem dos meu olhos o canto de convite dos meus demônios lascivos e promíscuos que habitam a escuridão do meu interior.
Veem nos meus lábios a cor rubra do pecado cintilante pelo brilho da saliva oferecida por minha língua curiosa.
Os traços do meu quadrante facial são para eles as trilhas de um caminho à percorrer.
Sim... Eles são atraídos sem que eu nada faça, mas ou vê-los à minha sombra, sinto prazer em provocá-los com minha ingênua certeza irônica.
E eles continuam se aproximando... Com sede... Querendo se afogar!
Mas nessa fonte somente elas podem beber!
Os mais coerentes sabem se favorecer do prazer do desejar...
Os não... Não!
)=(

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