No obscuro de minh'alma sofro
Uma infelicidade sem sentido
Uma saudade que não passa
Um sofrimento pontiagudo
O tártaro consome meus dias
Janelas abertas já não resolvem mais
Cobertores, tenho frio
Não quero ir
A peste veio sem dó
Sobreviverei?
Ouço pássaros
Vejo a neve que teima em cair
Um vai e vem de jalecos
Já nem sei quem é quem
Estarei eu protegido?
Os corvos me visitam ás 3
Me confortam, me deixam vivo
Já não respiro sozinho
Mas, escrevo!
Não me esqueço que sou quatro em mim
Nunca em ti!
Quanto tempo mais?
Joshua.

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